FINAL DE CAMPEONATO FUTEBOL SOCYTE APCN


Foi realizado nessa quinta-feira, 15, o final do VII Campeonato de Futebol Socyte da APCN, realizado na ASCADE.

O Campeonato ocorreu ao longo dos meses de junho e julho, contando com dez rodadas. A equipe “ESTRESSADOS” saiu com vitoriosa do torneio, confraternizado com festa e churrasco.

1º LUGAR: EQUIPE ESTRESSADOS
2º LUGAR: EQUIPE MARIANO
3º LUGAR: EQUIPE SEIXAS

Equipe Senado Federal, ficou na última colocação.

Confira as fotos:

http://www.inforel.org/fotoNoticia/eua_colombia.jpgA Secretaria de Estado norte-americana, Hilary Clinton, se reuniu com o presidente do Equador, Rafael Correa, nesta terça-feira em Quito e prometeu que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), será informada sobre o uso de sete bases militares colombianas pelos Estados Unidos.

Clinton esteve também em Lima e Bogotá como parte de sua segunda viagem à região.

Além do tema militar, Clinton veio discutir questões como imigração, combate ao narcotráfico, comércio e cooperação.

Trata-se de uma ofensiva junto aos países aliados para reforçar antigas alianças e tratar de reconstruir relações como com Equador e Bolívia.

Hilary Clinton explicou que o acordo militar com a Colômbia está dirigido especificamente à luta contra o narcotráfico e a insurgência.

Rafael Correa afirmou que o acordo preocupa a região e que apesar as justificativas e garantias apresentadas, há espaço para dúvidas quanto à atuação dos militares norte-americanos na América do Sul.

Correa explicou que o diálogo com os Estados Unidos sobre o uso das bases colombianas será permanente.

Colômbia

De Bogotá, o ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez, reiterou que os Estados Unidos é um sócio estratégico e que a relação bilateral é sólida.

Segundo ele, o Tratado de Livre Comércio negociado entre os dois países representa um importante instrumento de combate ao narcotráfico e ao terrorismo.

Bermúdez destacou que a Colômbia aposta na integração regional ainda que veja esse processo com certa dose de ceticismo.

De acordo com o chanceler colombiano, o seu país se sentiu isolado no ano passado na Cúpula de Bariloche quando se discutiu o acordo militar firmado com os Estados Unidos.

“Do acordo assinado pelo Brasil com os Estados Unidos pouco ou nada se falou”, lembrou.

Na sua avaliação, para que a integração regional seja real, é preciso que os países discutam temas como a presença de grupos terroristas na região, narcotráfico, tráfico de armas e a sua compra por terceiros países.

EUA ACEITAM INFORMAR UNASUL SOBRE ACORDO MILITAR


A Secretaria de Estado norte-americana, Hilary Clinton, se reuniu com o presidente do Equador, Rafael Correa, nesta terça-feira em Quito e prometeu que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), será informada sobre o uso de sete bases militares colombianas pelos Estados Unidos.Clinton esteve também em Lima e Bogotá como parte de sua segunda viagem à região.

Além do tema militar, Clinton veio discutir questões como imigração, combate ao narcotráfico, comércio e cooperação.

Trata-se de uma ofensiva junto aos países aliados para reforçar antigas alianças e tratar de reconstruir relações como com Equador e Bolívia.

Hilary Clinton explicou que o acordo militar com a Colômbia está dirigido especificamente à luta contra o narcotráfico e a insurgência.

Rafael Correa afirmou que o acordo preocupa a região e que apesar as justificativas e garantias apresentadas, há espaço para dúvidas quanto à atuação dos militares norte-americanos na América do Sul.

Correa explicou que o diálogo com os Estados Unidos sobre o uso das bases colombianas será permanente.

Colômbia

De Bogotá, o ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez, reiterou que os Estados Unidos é um sócio estratégico e que a relação bilateral é sólida.

Segundo ele, o Tratado de Livre Comércio negociado entre os dois países representa um importante instrumento de combate ao narcotráfico e ao terrorismo.

Bermúdez destacou que a Colômbia aposta na integração regional ainda que veja esse processo com certa dose de ceticismo.

De acordo com o chanceler colombiano, o seu país se sentiu isolado no ano passado na Cúpula de Bariloche quando se discutiu o acordo militar firmado com os Estados Unidos. “Do acordo assinado pelo Brasil com os Estados Unidos pouco ou nada se falou”, lembrou.

Na sua avaliação, para que a integração regional seja real, é preciso que os países discutam temas como a presença de grupos terroristas na região, narcotráfico, tráfico de armas e a sua compra por terceiros países.

fonte: www.inforel.org

http://www.inforel.org/fotoNoticia/eua_colombia.jpgA Secretaria de Estado norte-americana, Hilary Clinton, se reuniu com o presidente do Equador, Rafael Correa, nesta terça-feira em Quito e prometeu que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), será informada sobre o uso de sete bases militares colombianas pelos Estados Unidos.

Clinton esteve também em Lima e Bogotá como parte de sua segunda viagem à região.

Além do tema militar, Clinton veio discutir questões como imigração, combate ao narcotráfico, comércio e cooperação.

Trata-se de uma ofensiva junto aos países aliados para reforçar antigas alianças e tratar de reconstruir relações como com Equador e Bolívia.

Hilary Clinton explicou que o acordo militar com a Colômbia está dirigido especificamente à luta contra o narcotráfico e a insurgência.

Rafael Correa afirmou que o acordo preocupa a região e que apesar as justificativas e garantias apresentadas, há espaço para dúvidas quanto à atuação dos militares norte-americanos na América do Sul.

Correa explicou que o diálogo com os Estados Unidos sobre o uso das bases colombianas será permanente.

Colômbia

De Bogotá, o ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez, reiterou que os Estados Unidos é um sócio estratégico e que a relação bilateral é sólida.

Segundo ele, o Tratado de Livre Comércio negociado entre os dois países representa um importante instrumento de combate ao narcotráfico e ao terrorismo.

Bermúdez destacou que a Colômbia aposta na integração regional ainda que veja esse processo com certa dose de ceticismo.

De acordo com o chanceler colombiano, o seu país se sentiu isolado no ano passado na Cúpula de Bariloche quando se discutiu o acordo militar firmado com os Estados Unidos.

“Do acordo assinado pelo Brasil com os Estados Unidos pouco ou nada se falou”, lembrou.

Na sua avaliação, para que a integração regional seja real, é preciso que os países discutam temas como a presença de grupos terroristas na região, narcotráfico, tráfico de armas e a sua compra por terceiros países.


© Copyright 2008 Associação da Polícia do Congresso Nacional - APCN | Melhor visualizado em resolução de 1024px X 768px | Desenvolvido por HA-Hudson Araujo
Validated by HTML Validator