A Secretaria de Estado norte-americana, Hilary Clinton, se reuniu com o presidente do Equador, Rafael Correa, nesta terça-feira em Quito e prometeu que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), será informada sobre o uso de sete bases militares colombianas pelos Estados Unidos.Clinton esteve também em Lima e Bogotá como parte de sua segunda viagem à região.
Além do tema militar, Clinton veio discutir questões como imigração, combate ao narcotráfico, comércio e cooperação.
Trata-se de uma ofensiva junto aos países aliados para reforçar antigas alianças e tratar de reconstruir relações como com Equador e Bolívia.
Hilary Clinton explicou que o acordo militar com a Colômbia está dirigido especificamente à luta contra o narcotráfico e a insurgência.
Rafael Correa afirmou que o acordo preocupa a região e que apesar as justificativas e garantias apresentadas, há espaço para dúvidas quanto à atuação dos militares norte-americanos na América do Sul.
Correa explicou que o diálogo com os Estados Unidos sobre o uso das bases colombianas será permanente.
Colômbia
De Bogotá, o ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez, reiterou que os Estados Unidos é um sócio estratégico e que a relação bilateral é sólida.
Segundo ele, o Tratado de Livre Comércio negociado entre os dois países representa um importante instrumento de combate ao narcotráfico e ao terrorismo.
Bermúdez destacou que a Colômbia aposta na integração regional ainda que veja esse processo com certa dose de ceticismo.
De acordo com o chanceler colombiano, o seu país se sentiu isolado no ano passado na Cúpula de Bariloche quando se discutiu o acordo militar firmado com os Estados Unidos. “Do acordo assinado pelo Brasil com os Estados Unidos pouco ou nada se falou”, lembrou.
Na sua avaliação, para que a integração regional seja real, é preciso que os países discutam temas como a presença de grupos terroristas na região, narcotráfico, tráfico de armas e a sua compra por terceiros países.
fonte: www.inforel.org
A Secretaria de Estado norte-americana, Hilary Clinton, se reuniu com o presidente do Equador, Rafael Correa, nesta terça-feira em Quito e prometeu que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), será informada sobre o uso de sete bases militares colombianas pelos Estados Unidos.
Clinton esteve também em Lima e Bogotá como parte de sua segunda viagem à região.
Além do tema militar, Clinton veio discutir questões como imigração, combate ao narcotráfico, comércio e cooperação.
Trata-se de uma ofensiva junto aos países aliados para reforçar antigas alianças e tratar de reconstruir relações como com Equador e Bolívia.
Hilary Clinton explicou que o acordo militar com a Colômbia está dirigido especificamente à luta contra o narcotráfico e a insurgência.
Rafael Correa afirmou que o acordo preocupa a região e que apesar as justificativas e garantias apresentadas, há espaço para dúvidas quanto à atuação dos militares norte-americanos na América do Sul.
Correa explicou que o diálogo com os Estados Unidos sobre o uso das bases colombianas será permanente.
Colômbia
De Bogotá, o ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez, reiterou que os Estados Unidos é um sócio estratégico e que a relação bilateral é sólida.
Segundo ele, o Tratado de Livre Comércio negociado entre os dois países representa um importante instrumento de combate ao narcotráfico e ao terrorismo.
Bermúdez destacou que a Colômbia aposta na integração regional ainda que veja esse processo com certa dose de ceticismo.
De acordo com o chanceler colombiano, o seu país se sentiu isolado no ano passado na Cúpula de Bariloche quando se discutiu o acordo militar firmado com os Estados Unidos.
“Do acordo assinado pelo Brasil com os Estados Unidos pouco ou nada se falou”, lembrou.
Na sua avaliação, para que a integração regional seja real, é preciso que os países discutam temas como a presença de grupos terroristas na região, narcotráfico, tráfico de armas e a sua compra por terceiros países.

