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	<description>Site da Associação da Polícia do Congresso Nacional - APCN</description>
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		<title>NOTA DE REPÚDIO</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 21:13:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[



 
Nota Sindilegis e Associações
Notificação Extrajudicial Sindilegis
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			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></h2>
<p><span style="color: #000080;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2008/06/brasaopolicia.jpg" alt="" width="278" height="194" /><span style="color: #808080;"><strong> </strong></span></p>
<p><a href="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/nota_sindilegis_e_associacoes.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloadsapcn./wp-content/uploads/2011/09/nota_sindilegis_e_associacoes.pdf');"><strong>Nota Sindilegis e Associações</strong></a></p>
<p><a href="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/ne_2012328204735.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloadsapcn./wp-content/uploads/2011/09/ne_2012328204735.pdf');"><strong>Notificação Extrajudicial Sindilegis</strong></a></p>
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		<title>PLP 330: PROJETO SOBRE APOSENTADORIA ESPECIAL É RETIRADO DA PAUTA DA CTASP</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 20:59:24 +0000</pubDate>
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A Comissão do Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) realizou, na manhã desta quarta-feira (28), sessão ordinária na Câmara dos Deputados.
No encontro, o deputado Roberto Policarpo (PT/DF) leu o voto favorável à aprovação do PLP 330/2006, que concede aposentadoria especial aos servidores públicos que exercem atividade de risco.
Policarpo começou dizendo que a aposentadoria especial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="alignleft size-full wp-image-6" style="text-align: justify;" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/aposentados.jpg" alt="" width="278" height="194" /></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;"> </span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<p>A Comissão do Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) realizou, na manhã desta quarta-feira (28), sessão ordinária na Câmara dos Deputados.<br />
No encontro, o deputado Roberto Policarpo (PT/DF) leu o voto favorável à aprovação do PLP 330/2006, que concede aposentadoria especial aos servidores públicos que exercem atividade de risco.<br />
Policarpo começou dizendo que a aposentadoria especial foi reconhecida pela Emenda 47/2005, mas até hoje não foi regulamentada.<br />
O deputado enfatizou que diversas categorias recorrerem nos últimos anos ao Supremo Tribunal Federal (STF), que tem reconhecido esse direito aos servidores que exercem atividade de risco.<br />
O relator também destacou que o PLP 330 já passou por três comissões e ainda vai ao Plenário, onde o governo poderá discutir o projeto. Dessa forma, pediu para que o vice-líder do governo, deputado Alex Canziani (PT/PR), retirasse o pedido de vista permitindo assim que o projeto fosse apreciado.<br />
A deputada Gorete Pereira (PR/CE) elogiou a exposição de Policarpo e destacou que a matéria deveria ser votada. O deputado Fernando Francischini (PSDB/PR), embora não seja membro da CTASP, fez questão de, como servidor da Polícia Federal, contribuir para o debate e parabenizar o trabalho do relator.<br />
No entanto, o projeto enfrentou resistências em relação à inclusão de diversas categorias no projeto. O governo pediu para que a proposta fosse retirada de pauta em favor de uma maior discussão.<br />
Os deputados Alex Canziani (PTB/PR), Leonardo Quintão (PMDB/MG), Fátima Pelaes (PMDB/AP) e Mauro Nasif (PSB/RO) pediram vista.<br />
Depois de muita discussão, o presidente da CTASP, Sebastião Bala (PDT/AP), garantiu que vai manter projeto na ordem do dia até que ele seja votado. &#8220;Vou conceder o pedido conjunto de vista ao projeto, mas não vou encerrar a discussão hoje. A discussão continua na próxima reunião&#8221;, garantiu o presidente.</p>
<p><a href="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/PLP-330_2006.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloadsapcn./wp-content/uploads/2011/09/PLP-330_2006.pdf');">Leia o Inteiro teor do projeto aqui</a></p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong>Boletim Informativo IPA Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _</p>
]]></content:encoded>
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		<title>FUNDO DE PENSÃO DO SERVIDOR VAI PARA SANÇÃO</title>
		<link>http://www.apcn.org.br/2012/04/24/fundo-de-pensao-do-servidor-vai-para-sancao/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 20:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[

 

Senado limita aposentadoria de servidor público federal ao teto do INSS e cria fundo de pensão para quem desejar benefício maior; medida não atinge atuais servidores
O Senado Aprovou ontem, em votação simbólica, o novo modelo de previdência dos servidores públicos federais.
O projeto de lei aprovado (PLC 2/12) restringe suas aposentadorias ao teto do INSS, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #000080;"><br />
</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/pensao.jpg" alt="" width="278" height="194" /><span style="color: #808080;"> </span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<p>Senado limita aposentadoria de servidor público federal ao teto do INSS e cria fundo de pensão para quem desejar benefício maior; medida não atinge atuais servidores</p>
<p>O Senado Aprovou ontem, em votação simbólica, o novo modelo de previdência dos servidores públicos federais.</p>
<p>O projeto de lei aprovado (PLC 2/12) restringe suas aposentadorias ao teto do INSS, que é de R$ 3.916,20, e regulamenta sua previdência complementar.</p>
<p>Quem quiser uma aposentadoria superior a R$ 3.916,20 terá de contribuir com um fundo de previdência complementar. Atualmente, caso cumpram determinados requisitos, os servidores se aposentam recebendo benefício igual ao salário da ativa.</p>
<p>A proposta havia sido aprovada mais cedo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Agora vai para sanção presidencial.</p>
<p>De acordo com o texto, serão criadas três entidades fechadas de previdência privada, uma para cada Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário). As fundações serão administradas por representantes dos servidores e do respectivo Poder.</p>
<p>Relator do projeto em todas as comissões, José Pimentel (PT-CE) afirmou que o novo regime de previdência trata todos os trabalhadores de forma igualitária. Os da iniciativa privada, os do serviço público e os autônomos terão as mesmas regras de aposentadoria.</p>
<p><strong>Contrapartida</strong></p>
<p>O novo regime previdenciário afetará os servidores que ingressarem no serviço público a partir do início de funcionamento das novas entidades.</p>
<p>Deles, serão descontados mensalmente 11% sobre no máximo R$ 3.916,20.</p>
<p>Quem ganha acima desse valor e deseja uma aposentadoria maior deverá contribuir com o novo fundo de pensão. Haverá uma contrapartida do empregador (Executivo, Legislativo ou Judiciário) no mesmo percentual do empregado. A contrapartida do empregador será limitada a 8,5% da parte do salário que exceder os R$ 3.916,20.</p>
<p>Quem ganhar menos do que R$ 3.916,20 poderá contribuir com o fundo e, assim, conquistar o direito a uma previdência complementar, mas sem contrapartida da União.</p>
<p>Os atuais servidores e aqueles que ingressarem no serviço público até o dia anterior à entrada em vigor do novo regime também poderão aderir a ele, se for de seu interesse. Para isso, terão prazo de 24 meses. A migração para o novo modelo será irrevogável.</p>
<p><strong>Sustentável </strong></p>
<p>Em compensação, os que migrarem terão direito a receber, quando se aposentarem, uma parcela referente ao período em que contribuíram pelo antigo regime previdenciário. Denominada de benefício especial, essa parcela equivalerá à diferença entre a remuneração média do servidor e o teto do INSS, calculada proporcionalmente ao tempo de contribuição que ele tem no regime previdenciário da União.</p>
<p>Anibal Diniz (PT-AC) afirmou que o novo regime dá segurança à previdência dos trabalhadores do setor público no futuro e aos investimentos no país.</p>
<p>Para ele, com a redução da pressão da previdência sobre os gastos públicos, o governo poderá dar mais atenção a setores estratégicos da economia.</p>
<p>— Não podemos ficar vendo déficit na Previdência. Temos de fazer a Previdência ficar sustentável — disse.</p>
<p>O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, acompanhou a aprovação do projeto no Senado.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong>http://www.senado.gov.br/</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>BRASIL E BOLÍVIA DISCUTEM COMBATE AO NARCOTRÁFICO</title>
		<link>http://www.apcn.org.br/2012/03/29/brasil-e-bolivia-discutem-combate-ao-narcotrafico/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 00:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Brasília &#8211; Os ministros de Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e da Bolívia, David Choquehuanca, discutiram nesta segunda-feira, 19, em Brasília, o aprofundamento da cooperação bilateral para o combate ao narcotráfico. A Bolívia anunciou que quer trabalhar com todos os governos.Choquehuanca também informou que não está confirmada a presença do presidente Evo Morales [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/brasil_bolivia.jpg" alt="" width="278" height="194" /><span style="color: #808080;"> </span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<p>Brasília &#8211; Os ministros de Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e da Bolívia, David Choquehuanca, discutiram nesta segunda-feira, 19, em Brasília, o aprofundamento da cooperação bilateral para o combate ao narcotráfico. A Bolívia anunciou que quer trabalhar com todos os governos.Choquehuanca também informou que não está confirmada a presença do presidente Evo Morales na Cúpula das Américas, em abril, na Colômbia, e em junho, na Conferência Rio+20, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em relação ao narcotráfico, o chanceler boliviano afirmou que o acordo trilateral firmado em janeiro com Brasil e Estados Unidos, deve ser implementado em breve.</p>
<p>O acordo prevê assistência técnica à Bolívia e o aporte de recursos para serem investidos em equipamentos. Haverá monitoramento por satélite das áreas de cultivo de coca para que o governo acompanhe em tempo real o processo de erradicação da matéria-prima da cocaína.</p>
<p>A Bolívia é o terceiro maior produtor de cocaína do mundo. A maior parte da droga produzida no país é destinada ao Brasil.</p>
<p>No encontro entre os chanceleres também ficou acertado que o Brasil irá ampliar a cooperação com a Bolívia em relação aos marcos regulatórios, para que o país andino atraia investimentos estrangeiros.</p>
<p>Especialistas em regulação do Brasil deverão ajudar os técnicos bolivianos a prepararem uma lei a respeito do assunto.</p>
<p>De acordo com o Itamaraty, o Brasil é o principal parceiro comercial da Bolívia. Em 2011, o intercâmbio comercial atingiu US$ 4,4 bilhões, o que representou aumento de 30% em relação a 2010.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong>www.inforel.org</p>
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		<item>
		<title>CONAMP VAI TRABALHAR PARA REJEIÇÃO DA PEC 37/2011</title>
		<link>http://www.apcn.org.br/2012/03/26/conamp-vai-trabalhar-para-rejeicao-da-pec-372011/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 02:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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O Conselho Deliberativo da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) concentrará esforços para garantir a rejeição da Proposta de Emenda à Constituição n.º 37 de 2011, em tramitação na Câmara dos Deputados, que garante exclusividade da investigação criminal à Polícia. A decisão foi tomada, por unanimidade, durante reunião ordinária, conduzida pelo presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="alignleft size-full wp-image-6" style="text-align: justify;" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/conamp.jpg" alt="" width="278" height="194" /></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;"> </span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<p>O Conselho Deliberativo da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) concentrará esforços para garantir a rejeição da Proposta de Emenda à Constituição n.º 37 de 2011, em tramitação na Câmara dos Deputados, que garante exclusividade da investigação criminal à Polícia. A decisão foi tomada, por unanimidade, durante reunião ordinária, conduzida pelo presidente da CONAMP, César Mattar Jr. Na quarta-feira (15/02), em Brasília. O evento contou com participação efetiva do presidente da Associação Goiana do Ministério Público (AGMP), Alencar José Vital.</p>
<p>De autoria do deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), a proposta acrescenta um parágrafo ao artigo 144 da Constituição Federal, para estabelecer que a apuração das infrações penais será competência privativa das polícias federal e civil. Atualmente, por determinação constitucional, o Ministério Público e outras instituições também exercem a atividade de investigação criminal.</p>
<p>Por sugestão de César Mattar Jr., foi estabelecido um cronograma de trabalho conjunto da diretoria e integrantes do Conselho Deliberativo da CONAMP para atuação no Congresso Nacional. &#8220;Precisamos da ajuda de todos no trabalho realizado aqui em Brasília, principalmente no primeiro semestre deste ano, único período em que o Congresso funcionará efetivamente, visto que haverá eleições municipais no segundo semestre&#8221;, disse o presidente da CONAMP, explicando que a ideia é realizar audiências com o maior número possível de deputados para sensibilizar os parlamentares quanto aos prejuízos que podem ser causados ao país caso a PEC seja aprovada.</p>
<p>Em janeiro deste ano, a CONAMP enviou nota técnica a deputados, senadores e ao Executivo contra a PEC 37/2011. No documento, a entidade contesta as justificativas apresentadas pelo autor da matéria, entre elas a de que as investigações realizadas pelo Ministério Público são questionadas perante os Tribunais Superiores e prejudicam a tramitação dos processos. &#8220;Parece haver desconhecimento de que tanto o Supremo Tribunal Federal, como o Superior Tribunal de Justiça sedimentaram sua jurisprudência no sentido de que o Ministério Público está constitucionalmente autorizado, como titular da ação penal, a instaurar procedimentos investigatórios de natureza criminal, os quais, é importante frisar, em nada se confundem com o inquérito policial, este sim instaurado exclusivamente pela Polícia Judiciária&#8221;, diz a nota técnica, citando diversos casos em que o STF reconheceu o poder investigatório do Ministério Público, como imperativo decorrente de suas atribuições constitucionais.</p>
<p>A CONAMP questiona ainda a alegação da proposta de que a realização de investigações criminais pelo Ministério Público prejudicaria os direitos fundamentais dos cidadãos. Segundo a entidade, a Constituição incumbiu o MP da defesa da ordem jurídica, do regime democrático, bem como dos princípios constitucionais que sustentam o Estado brasileiro. &#8220;Para dizer o menos, a tese é, no mínimo, inusitada. E isso por três razões básicas: o Ministério Público, por imposição constitucional, é Instituição vocacionada à &#8216;defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis&#8217;; dentre os direitos fundamentais sociais encontra-se a &#8217;segurança&#8217;; e a maior parte dos casos em que se discute a legitimidade do Ministério Público para investigar diz respeito a crimes praticados por policiais, incluindo Delegados de Polícia, vale dizer, justamente aqueles que deveriam zelar pela segurança da população são os responsáveis por aviltá-la&#8221; , ressalta a entidade no documento.</p>
<p><strong>Medalha do Mérito da CONAMP</strong></p>
<p>Também durante a reunião do Conselho Deliberativo, foram aprovados os nomes dos próximos agraciados com a Medalha do Mérito da CONAMP. César Mattar Jr. propôs que a homenagem seja entregue aos ex-presidentes da entidade José Carlos Cosenzo e Marfan Martins Vieira.</p>
<p>&#8220;Outorgar essa homenagem singela às pessoas que prestaram, e prestam, tão relevantes serviços ao Ministério Público é motivo de honra e orgulho para a CONAMP&#8221;, afirmou o presidente da CONAMP.</p>
<p>As medalhas do mérito da CONAMP serão entregues durante a solenidade festiva de posse da nova diretoria e conselho fiscal da entidade, que será realizada em maio, em Brasília..</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Ass. Conamp</p>
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		<title>BRASIL VAI REDUZIR CONTINGENTE MILITAR NO HAITI</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 01:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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Brasília &#8211; Em visita ao Haiti nesta quarta-feira, 1º, a presidente Dilma Rousseff confirmou que o Brasil irá iniciar a redução do seu contingente militar que integra a missão das Nações Unidas naquele país.
Ela destacou o papel do Brasil na reconstrução do Haiti. Segundo Dilma, &#8220;temos muito orgulho do trabalho desenvolvido pelos nossos batalhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #000080;"><br />
</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/haiti.jpg" alt="" width="278" height="194" /><span style="color: #808080;"> </span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<p><strong>Brasília</strong> &#8211; Em visita ao Haiti nesta quarta-feira, 1º, a presidente Dilma Rousseff confirmou que o Brasil irá iniciar a redução do seu contingente militar que integra a missão das Nações Unidas naquele país.</p>
<p>Ela destacou o papel do Brasil na reconstrução do Haiti. Segundo Dilma, &#8220;temos muito orgulho do trabalho desenvolvido pelos nossos batalhões na força da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah). Quero, aqui, prestar minhas homenagens aos soldados e diplomatas vitimados pelo terremoto que assolou este país&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para a presidente, o processo de redução de tropas determinado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas não pode prejudicar o avanço obtido no campo da segurança.</p>
<p>Neste sentido, Brasil e Haiti criaram uma comissão mista para estudar os efeitos do processo, que começa em março e deve ser encerrado em outubro.</p>
<p>De acordo com a ONU, a Minustah passará de 12.502 homens e mulheres para 10.600, incluídos os componentes militar e policial. Em termos militares, a redução implicará na saída de 1.600 dos 8.940 efetivos.</p>
<p>O ministério da Defesa informou que desse total, 288 serão retirados do contingente brasileiro, que conta com 2.189 homens e mulheres. O objetivo é retornar o contingente aos níveis existentes antes do terremoto de 12 de janeiro de 2010.</p>
<p><strong>Compromisso</strong></p>
<p>A presidente Dilma Rousseff explicou que a participação brasileira busca dar um novo sentido às forças de paz da ONU. Na sua avaliação, o princípio de segurança coletiva tem que combinar justiça social, desenvolvimento e respeito à soberania.</p>
<p>&#8220;Insistimos que uma visão mais ampla e integrada dos conflitos deve tomar lugar na agenda das Nações Unidas, mesmo quando suscitam grande preocupação no âmbito da comunidade internacional,&#8221; afirmou.</p>
<p>Ela destacou o trabalho de manutenção de paz realizado pelos batalhões de infantaria e o destacamento de fuzileiros navais e elogiou o esforço da companhia de engenharia no processo de reconstrução e de promoção de desenvolvimento do Haiti.</p>
<p>Atualmente, o Brasil mantém dois batalhões de infantaria, os Brabat I e II, uma companhia de engenharia e um destacamento dos fuzileiros navais em Porto Príncipe. Cerca de 150 haitianos prestam serviço como operários &#8211; na manutenção de viaturas, obras civis e em serviços gerais &#8211; e intérpretes..</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> http://www.inforel.org/</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>AGENDA INCLUI REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL</title>
		<link>http://www.apcn.org.br/2012/02/06/agenda-inclui-reducao-da-maioridade-penal/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 

Texto a ser votado é do senador Demóstenes Torres, para quem a miséria não explica a criminalidade: jovem entre 16 e 18 anos sabe o que é um ato criminoso, diz ele.
A proposta de redução da maioridade penal foi uma das polêmicas da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, em 2009, e acabou sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/maioridade.jpg" alt="" width="278" height="194" /><span style="color: #808080;"> </span></p>
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<p><strong>Texto a ser votado é do senador Demóstenes Torres, para quem a miséria não explica a criminalidade: jovem entre 16 e 18 anos sabe o que é um ato criminoso, diz ele.</strong></p>
<p>A proposta de redução da maioridade penal foi uma das polêmicas da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, em 2009, e acabou sendo rejeitada.</p>
<p>O jovem com idade entre 16 e 18 anos que delinquir será criminalmente responsabilizado, desde que comprovada sua capacidade de entender a ilicitude do seu ato. A redução da maioridade penal, prevista em proposta de emenda à Constituição (PEC 20/99), é o primeiro item da lista de matérias prontas para votação no Plenário do Senado em 2012.</p>
<p>A matéria trata de um dos assuntos que mais suscitou iniciativas, debates, adiamentos e indignação no Senado nos últimos anos. Toda vez que um crime bárbaro cometido por menores alarmou o país — como o assassinato do menino João Hélio, arrastado em 2007 por um carro dirigido por adolescentes, no Rio de Janeiro —, a imputabilidade do menor voltou ao debate.</p>
<p>Proposto pelo então senador José Roberto Arruda, o texto chegou ao Plenário na redação proposta por Demóstenes Torres (DEM-GO), que já foi procurador da Justiça e secretário de Segurança Pública de Goiás.</p>
<p>Invocando sua experiência, Demóstenes sustenta que a criminalidade é assunto de fundo moral e que um jovem entre 16 e 18 anos tem plena capacidade de identificar o ato criminoso. A pobreza não seria, portanto, causa determinante da criminalidade.</p>
<p>— Eu também já acreditei nisso, mas &#8220;encontrei a estrada de Damasco&#8221;. Se assim fosse, como explicar o crescimento da criminalidade entre jovens ricos?</p>
<p>A PEC 20/99 determina que são inimputáveis os menores de 16 anos, sujeitos às normas da legislação especial. Já os menores de 18 e maiores de 16 anos somente serão penalmente imputáveis quando, ao tempo do crime, tinham plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato, atestada por laudo técnico; cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de 18 anos; terão a pena substituída por medida socioeducativa, desde que não estejam incursos em crimes inafiançáveis.</p>
<p><a href="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/j_senado.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloadsapcn./wp-content/uploads/2011/09/j_senado.pdf');">Baixe aqui o Jornal do Senado</a>.</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> http://www.senado.gov.br/</p>
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		<title>URUGUAI IMPEDIRÁ INGRESSO DE NAVIOS COM BANDEIRA DAS MALVINAS</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:14:42 +0000</pubDate>
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Brasília &#8211; Após idas e vindas, o governo uruguaio informou em comunicado oficial que não permitirá o ingresso de navios com bandeira das Malvinas aos seus portos. De acordo com Montevidéu, &#8220;a solidariedade continental é um dos princípios fundamentais que orientam a política exterior uruguaia&#8221;.
O governo do Uruguai assegura que sua posição em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="alignleft size-full wp-image-6" style="text-align: justify;" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/malvinas.jpg" alt="" width="278" height="194" /></h2>
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<p><strong>Brasília</strong> &#8211; Após idas e vindas, o governo uruguaio informou em comunicado oficial que não permitirá o ingresso de navios com bandeira das Malvinas aos seus portos. De acordo com Montevidéu, &#8220;a solidariedade continental é um dos princípios fundamentais que orientam a política exterior uruguaia&#8221;.</p>
<p>O governo do Uruguai assegura que sua posição em relação à polêmica não mudou e que o país apóia e respalda a luta argentina com respeito à soberania do arquipélago.</p>
<p>Para o Uruguai, as Ilhas Malvinas representam a posição colonial inglesa na América Latina e sua posição é &#8220;anticolonialista&#8221; apoiada pelo conjunto dos países da região.</p>
<p>No final de dezembro, o chanceler uruguaio, Luis Almagro, conversou com o Secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, para deixar clara a posição do país.</p>
<p>Navios com quaisquer bandeiras que não sejam das Malvinas ou militares britânicos, podem atracar nos portos uruguaios mesmo que o destino seja o arquipélago reclamado pela Argentina.</p>
<p>Hague por sua vez, ameaçou os países sul-americanos que insistem em manter o bloqueio econômico contra as Malvinas, entre eles o Brasil.</p>
<p>Em declaração ao Parlamento britânico, ele garantiu que Brasil, Chile e Uruguai permitirão o atracamento de navios com destino às ilhas, sempre e quando portem outra bandeira.</p>
<p>Segundo ele, os três países apóiam a demanda argentina, mas descartam bloquear economicamente as Malvinas.</p>
<p>No dia 15 de dezembro, o Uruguai impediu a entrada em seus portos de navios com bandeira das Ilhas Malvinas. A decisão foi ratificada posteriormente pelos presidentes do MERCOSUL.</p>
<p>O chanceler britânico afirmou que respeita a posição dos países da região, mas considera grave a decisão do bloco, principalmente por conta das implicações econômicas para as ilhas.</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> http://www.inforel.org/</p>
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		<title>PROPOSTA GARANTE PORTE DE ARMA PARA POLÍCIAS LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:21:46 +0000</pubDate>
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A Câmara analisa propostao que garante o porte de armas para os policiais das assembleias legislativas dos estados e da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O deputado Edson Pimenta (PCdoB-BA), autor do projeto (PL 1966/11), argumenta que os policiais dos órgãos legislativos estaduais e do DF não tiveram o mesmo tratamento dado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="alignleft size-full wp-image-6" style="text-align: justify;" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/edson_pimenta.jpg" alt="" width="278" height="194" /></h2>
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<p>A Câmara analisa propostao que garante o porte de armas para os policiais das assembleias legislativas dos estados e da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O deputado Edson Pimenta (PCdoB-BA), autor do projeto (PL 1966/11), argumenta que os policiais dos órgãos legislativos estaduais e do DF não tiveram o mesmo tratamento dado pelo Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) aos policiais das Casas Legislativas federais, que mantiveram o direito ao porte de arma. Por isso, na sua avaliação, o projeto repara uma “omissão legal” que prejudica os policiais legislativos estaduais.</p>
<p>Para Edson Pimenta, o porte de arma é “imprescindível” à atividade dos integrantes das policias legislativas da Assembleias e da CLDF, responsáveis pela apuração de delitos ocorridos dentro dos órgãos, da polícia ostensiva e da proteção das autoridades, servidores e visitantes.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e Constituição e Justiça e de Cidadania</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www2.camara.gov.br/agencia/');">Agência Câmara de Notícias</a></p>
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		<title>AÇÃO NO HAITI É RESSALTADA EM DEBATE SOBRE MISSÕES DE PAZ</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 17:02:40 +0000</pubDate>
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Militares defendem continuidade da participação do Brasil em programas no exterior e apontam setores que precisam de investimentos para o sucesso dessas operações
A presença de soldados brasileiros nas ruas do Haiti, mesmo sem blindados, e o contato direto com a população local estão entre os motivos do sucesso da participação do Brasil da missão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;"><strong><br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6" src="http://www.apcn.org.br/wp-content/uploads/2011/09/paz.jpg" alt="" width="278" height="194" /><span style="color: #808080;">Militares defendem continuidade da participação do Brasil em programas no exterior e apontam setores que precisam de investimentos para o sucesso dessas operações</span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">A presença de soldados brasileiros nas ruas do Haiti, mesmo sem blindados, e o contato direto com a população local estão entre os motivos do sucesso da participação do Brasil da missão de paz da ONU naquele país, segundo afirmou ontem o general de brigada Luiz Guilherme Paul Cruz, na Comissão de Relações Exteriores (CRE).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">— A intensidade de nossa presença a qualquer hora fez a diferença. Presença a pé, não de blindado — ressaltou Cruz, na última audiência do ano do terceiro ciclo de palestras sobre os rumos da política externa brasileira (2011), presidida por Fernando Collor (PTB-AL).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">A boa relação dos soldados brasileiros com a população do Haiti também foi lembrada pelo chefe da Divisão de Paz e Segurança Internacional do Ministério das Relações Exteriores, ministro Norberto Moretti. Em sua opinião, a preocupação dos soldados de ir &#8220;além do uso da força&#8221; é vista com simpatia pela população e ajuda a conceder legitimidade à presença militar.</div>
<div style="text-align: justify;">— O comportamento de nossas forças e o tipo de atividade em que elas estão envolvidas, especialmente no Haiti, vão muito além de funções militares e incluem engenharia militar, programas de redução de violência e ações de assistência direta à população. É evidente que há uma preocupação de não só interagir com a população, mas se pôr a serviço — disse.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">O diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço, brigadeiro engenheiro Francisco Carlos Melo Pantoja, citou a importância do setor aeroespacial em programas de manutenção da paz.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">— Em ambientes que são os mais diversos possíveis, necessitamos de ferramenta espacial — afirmou Pantoja, após traçar histórico das conquistas do setor aeroespacial brasileiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Por sua vez, o presidente da Helibras, Eduardo Marson Ferreira, lembrou a importância dos helicópteros em operações de paz e de ajuda à população civil em momentos de catástrofes naturais. Ele informou que se encontra em andamento programa conjunto das Forças Armadas brasileiras para a aquisição de helicópteros, que, a seu ver, ajudará a construir uma &#8220;indústria completa de helicópteros&#8221; no Brasil.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Cristovam Buarque (PDT-DF) defendeu a presença brasileira na Missão de Paz da ONU no Haiti. Para ele, essa presença &#8220;afirma o Brasil no cenário internacional&#8221;. Ao comentar o histórico do programa espacial feito pelo brigadeiro Pantoja, porém, Cristovam lamentou que, na mesma semana em que o Brasil celebrava a retomada do controle da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, a China promovia sua primeira missão de acoplamento de naves no espaço. Em resposta, Pantoja observou que a China investe por ano no setor espacial o dobro do que o Brasil já investiu em toda a sua história.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Inácio Arruda (PCdoB-CE) ressaltou a necessidade de união de civis e militares em torno dos grandes objetivos nacionais. Ele citou também a importância de reconstrução do projeto do foguete brasileiro conhecido como Veículo Lançador de Satélites (VLS), interrompido após acidente ocorrido em 2003.</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> http://www.senado.gov.br/</p>
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